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  • Capes aprova mestrado em Educação no IFC


    logo ifcA Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), fundação vinculada ao Ministério da Educação (MEC), aprovou o funcionamento do mestrado acadêmico em Educação no Instituto Federal Catarinense (IFC). Com sede no campus Camboriú, o mestrado tem previsão para início no segundo semestre de 2019 e propõe duas linhas de pesquisa: “Processos Formativos e Políticas Educacionais” e “Processos educativos e inclusão”.

    De acordo com a professora e uma das responsáveis pela proposta, Filomena Lucia Gossler Rodrigues da Silva, a conquista traz para a região a oferta pública de um mestrado em Educação, já esperada e requisitada pela população, tendo em vista que apenas Florianópolis e Chapecó contavam com um mestrado público nessa área. “Para o IFC, a conquista também representa o nosso compromisso com a verticalização do ensino, fomenta as pesquisas e oportuniza a qualificação dos profissionais que atuam na educação”, ressaltou.

    Sobre a proposta e aprovação

    A proposta já vem de longa data e conta com a atuação multicampi. “Desde maio de 2017 pensamos nesse curso. A implantação da pós-graduação lato sensu em Educação impulsionou ainda mais essa conquista, pois sentimos a necessidade de seguir com a verticalização do ensino”, salientou Filomena.

    No parecer de aprovação do curso, o mestrado obteve todos os quatro quesitos bem avaliados: 1) Condições asseguradas pela instituição; 2) Proposta do curso; 3) Dimensão e regime de trabalho do corpo docente; 4) Produtividade docente e consolidação da capacidade de pesquisa.

    A Capes ressaltou o apoio do Instituto e as condições institucionais e físicas “ótimas” para a sua implantação. Além disso, o parecer destaca que a proposta do curso está especialmente direcionada ao âmbito regional, de modo integralmente consistente com a missão do IFC.

    No quesito “Produtividade docente e consolidação da capacidade de formação”, o parecer ressaltou que a produção acadêmica supera significativamente os requisitos mínimos da área de Educação, sendo que as pesquisas – muitas em veículos altamente reconhecidos na área – incluem docentes, e também estudantes de graduação e pós-graduação, sendo financiadas pela própria instituição e por agências de fomento como o CNPq. “O exame da produtividade docente nos últimos cinco anos indica crescente desenvolvimento da autonomia intelectual e maturidade científica do corpo de docentes e pesquisadores do programa”, ressaltou a Capes no parecer.